VÍNCO Engenharia & Consultoria
Casos reais · identidades preservadas

O que a gente já encontrou
nas obras de outros.

3 diagnósticos aplicados em construtoras reais — porte, tipo de obra e achados distintos. Nomes preservados por contrato de confidencialidade, mas números reais.

Caso 01 · Caso real · 2024

Residencial alto padrão · 4 torres

Construtora regional · médio porte · R$ 28MM em obra ativa
+7,2%
ganho de margem nas obras seguintes
O problema

O dono percebeu margem 9% abaixo do orçado em obras que aparentemente cumpriam prazo. Engenheiro de campo competente, equipe estabelecida, mas o resultado financeiro não fechava como deveria.

O que o diagnóstico identificou
  • BDI calculado em percentual único (22%) sem abrir administração central, lucro e impostos — perda de 4,1% de margem por subdimensionamento do CPRB.
  • Custo comprometido (contratos assinados sem NF) não rastreado — R$ 1,2MM invisível na obra principal.
  • 23 alterações de projeto absorvidas pela obra sem registro formal, somando ~R$ 380mil sem comprovação.
  • Cronograma sem cálculo de caminho crítico — atrasos em frentes não-críticas mascaravam atraso real de 41 dias.
A intervenção

Após o diagnóstico, a construtora implementou os 6 processos identificados como críticos. A VÍNCO acompanhou os primeiros 4 meses de implantação.

Resultado

Margem das 2 obras seguintes encerrou dentro do planejado. Estouro médio caiu de 9% para 1,8%. Direção passou a receber relatório mensal com indicadores objetivos.

Caso 02 · Caso real · 2025

Edifício corporativo · 6 pavimentos

Construtora especializada em comercial · R$ 11MM em obra única
−49 dias
recuperação de prazo no fechamento
O problema

Obra de R$ 11MM com previsão de 14 meses, no 8º mês a equipe percebeu que o prazo final ia estourar em 60+ dias. Não conseguiam explicar tecnicamente por quê.

O que o diagnóstico identificou
  • Cronograma físico-financeiro existia mas não tinha lógica de predecessoras — não era possível identificar o caminho crítico.
  • Medição de avanço era subjetiva, feita por inspeção visual sem critério objetivo por serviço.
  • Sem registro formal de atrasos por causa raiz — equipe não sabia o que estava puxando o cronograma pra trás.
  • Plano de suprimentos desconectado do cronograma — material crítico chegando tarde, parada de obra de 12 dias acumulados.
A intervenção

Diagnóstico aplicado durante a obra. Implementação de cronograma com cálculo de caminho crítico e medição objetiva em 3 semanas. Plano de suprimentos vinculado ao cronograma novo.

Resultado

Atraso projetado de 67 dias foi recuperado para 18 dias no encerramento. Equipe técnica passou a operar com previsibilidade real.

Caso 03 · Caso real · 2024

Reforma + retrofit · sede corporativa

Construtora regional · 12 colaboradores · R$ 4,8MM em escopo
R$ 95k
recuperados em renegociação
O problema

Obra com 19 prestadores ativos, controle de medição feito 'de cabeça' pelo gerente de obra. Suspeita de pagamento acima do executado mas sem prova.

O que o diagnóstico identificou
  • Apenas 5 dos 19 contratos tinham critério formal de medição (m², kg, unidades).
  • Em 14 contratos, a medição era negociada a cada ciclo com o prestador — sem base objetiva.
  • Saldo contratual não controlado: 3 prestadores ultrapassaram o valor contratado sem aditivo, R$ 95mil pagos acima.
  • Sem separação entre função de execução (engenheiro de campo) e função de controle de custo.
A intervenção

Revisão dos 19 contratos para definição de critérios objetivos de medição. Implantação de planilha de controle de saldo contratual e separação da função de controle de custo (terceirizada pela VÍNCO no início).

Resultado

Pagamentos acima do executado caíram a zero nas medições seguintes. Construtora recuperou R$ 95mil em renegociação dos 3 contratos ultrapassados.

Sua obra

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